História

 


Em 2011, em Itaquaquecetuba, nascia a Civiltec, idealizada pelo engenheiro Cassio Ricardo.
Mais que uma escola, um projeto de vida.
A primeira e única escola de máquinas pesadas de São Paulo.

Cassio enxergou o que poucos viam: faltava mão de obra qualificada.
Gente disposta existia. O que faltava era formação de verdade.
E foi isso que ele criou: uma escola que entregava prática, técnica e futuro.

Ali, em Itaqua, nasceu um movimento.
Máquinas reais, instrutores experientes, alunos com sede de mudança.
Era o começo de uma história que só cresceria.

Dois anos depois, era a vez de Guarulhos.
A demanda crescia, os resultados apareciam.
Mais uma cidade acolhia o ensino Civiltec.

Depois veio Osasco, com a mesma fórmula que já transformava vidas.
Na sequência, Santo Amaro, levando qualificação para a zona sul.
Dois anos depois, Mauá entrou no mapa, alcançando o ABC.

E por fim, Artur Alvim, ao lado da arena do Corinthians, marco na zona leste.
Em cada unidade, o mesmo padrão: prática, seriedade e respeito pelo aluno.
O que começou pequeno virou referência em São Paulo inteiro.

Milhares de pessoas passaram pelas unidades.
Homens, mulheres, jovens, pais de família.
Todos em busca da mesma coisa: uma chance real de mudar de vida.

A Civiltec entrega isso com honestidade.
Sem promessas vazias. Sem ilusões.
Com pátios reais, equipamentos prontos para o treino.

Aqui se aprende na prática, com quem conhece o chão da obra.
Cada unidade é um ponto de virada na vida de alguém.
E tudo começou com a visão de um engenheiro que decidiu agir.

Cassio Ricardo não criou uma rede de escolas.
Criou um caminho para milhares.
Um caminho onde se entra como aprendiz e sai como profissional.

A Civiltec é mais que pioneira. É única.
Com presença nas principais regiões de São Paulo.
Com respeito do mercado e orgulho dos alunos.

Onde há uma Civiltec, há transformação.
Não se trata só de operar máquinas.
Trata-se de operar um novo futuro.

Civiltec: fundada em Itaquaquecetuba, presente em São Paulo inteiro, mudando vidas todos os dias.


Se quiser, posso adaptar esse texto para folheto, roteiro de vídeo, publicação em redes sociais ou site institucional. É só dizer o formato!